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A lembrança de um momento marcante pode surgir através de uma cena do cotidiano, uma fala com amigos, ao admirar a paisagem ou escutando uma música guardada na memória. Os grandes compositores nos deixam melodias para todos os momentos da vida, é contagiante ouvir, lembrar e curtir o acervo inesgotável da criação humana. Música não tem idade, é atemporal, se ela cativa o coração estará conosco para sempre. Músicos, bandas e orquestras interpretam composições criadas desde que o registro escrito da música foi possível. Mesclar estilos é a moda, inserir trechos de uma música antiga em novas composições se tornou comum e os ouvintes agradecem.​
 

A indústria do cinema usa como nunca o repertório irresistível de sucessos que tocaram em rádios nas décadas de cinquenta em diante. Neste período um novo estilo instrumental conquistou seu espaço marcando a memória de gerações, a música das Grandes Orquestras. Diferente de uma sinfônica ou câmara, a configuração do que se convencionou chamar de Grande Orquestra reuniu aos instrumentos clássicos uma bateria, contrabaixo elétrico, guitarras, órgão eletrônico e sintetizadores. Os maestros conquistaram um público completamente novo, o som dos violinos passou a ter companhia das marcações vibrantes usadas no jazz, rock e a nossa música popular brasileira. Nascia o estilo batizado logo em seguida de Easy Listening, ou a Música Leve, Suave.

Tocada em concertos lotados mundo afora, registradas em centenas de LPs e CDs, o Easy Listening tem seu público fiel e mesmo após a partida de seus renomados maestros, são lembradas facilmente pela geração X e seus filhos. Entre ícones deste período estão figuras carimbadas como Ray Conniff, Mantovani, Caravelli, Franck Pourcel, Francis Lai, Paul Mauriat, Billy Vaughn, Michael Legrand e Raymond Lefèvre. O repertório incluía peças da música clássica e canções românticas como a eterna Love is Blue, gravada por Paul Mauriat e que alcançou estrondoso sucesso nos USA no início de 1968. Algumas composições marcaram época, como a trilha sonora do supersônico Concorde, criada em 1975 por Franck Pourcel a pedido da Air France para homenagear seu super jato.​

Por tudo isto a Lobomarca Produções criou uma apresentação que prestará homenagem ao Easy Listening e aos compositores e maestros que se destacaram neste estilo.

O concerto THE MUSIC OF THE FRENCH ORCHESTRAS têm condução do maestro francês Gilles Gambus. Com início de carreira na Grande Orquestra de Paul Mauriat, onde trabalhou por trinta anos, Gilles foi pianista até que sua competência e versatilidade o levou ao posto de arranjador junto com Paul. Gilles também conduziu a orquestra em concertos no Japão, China e Rússia.

Gilles Gambus
pianista, compositor,
arranjador e maestro

A orquestra, formada por trinta e sete músicos, interpreta o estilo romântico, clássico, pop e MPB.

Repertório: Franck Pourcel, Paul Mauriat, Raymond Lefèvre, Gilles Gambus, Bizet, Michel Legrand, Francis Lai, Gaston Rolland, Mozart, Vivaldi, Andre Popp, Antônio Maria, Luiz Bonfá, Angelino de Oliveira, Charles Aznavour e José de Aquino.

 

Um concerto inédito para os fãs da música de qualidade em uma noite nostálgica e inesquecível.

Direção: João Roberto Gaiotto
Consultoria Musical: Sebastião Interlandi Jr.

Fotos: Gilles Gambus

Confira imagens do concerto em Curitiba
Guairão | junho 26 | 2019

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Joao Roberto Gaiotto
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